quarta-feira, 25 de março de 2009

Homerismo Epicurista.


Em tempos remotos o profeta Homer galgou, a despeito de todas as intempéries, o antes inatingível topo do Morro do Elefante, onde lhe foram entregues duas tábuas de pedra com dez leis a que todos deveriam seguir para sua salvação.
Estes importantes documentos glípticos ficaram soterrados por incontável tempo, até serem descobertos durante as escavações do piscinão de ramos.
Muitos povos reclamam seu direito, mas, depois que fotos das tábuas foram postadas na internet, as mesmas desapareceram. O Sr Watson, reponsável pela investigação, acredita que tenham sido contrabandeadas para a Zâmbia.

Mesmo sem o inestimável objeto sagrado, as leis ficaram eternizadas em paredes de banheiro e folhetinhos distribuídos na avenida paulista.
Sua incontável sabedoria, na melhor tradução possível do sânscrito etílico, encontra-se a seguir:

I - Se você acredita em algum Deus, deixe-o em paz. Toca a sua vida e deixa Ele tocar a Dele. Um não torra o saco do outro.

II - Não idolatrarás imagens. Nada de Beatles, Ronaldo, Pamela Anderson, cerveja, Mickey Mouse, Lamborghini. Nada de poster, souvenir ou lembrancinha... foda-se a sua avó que quer um chaveirinho da torre Eiffel.

III - Não falarás o nome do Senhor em vão. (o original era "não falarás em vão", mas aí perceberam que não ia ter mulher no paraíso e decidiram mudar o mandamento)

IV - Deverás ter um dia de descanso por semana. Se possível, mais de dois, três ou até sete. Trabalhar é bom... pros otários.

V - Honra e segue os passos de teu pai e tua mãe. Se ele for um corno e ela uma puta, seja um filho-dum-corno-filho-da-puta.

VI - Não matarás. Isso não quer dizer que é proibido apenas pegar uma arma e meter uma azeitona de chumbo na cabeça de alguém. Também não pode dirigir bêbado, viu idiota?

VII - Não perca tempo com essa idiotice de adultério, pois a poligamia é permitida. Mas não se engane: Muitas mulheres, muitas sogras.

VIII - Não furtarás, não roubarás, não furarás filas, não empregarás parentes, não concorrerás a cargos públicos, não ficarás encostado no INSS, não receberás bolsa-preguiça, não passarás sob a catraca do ônibus, não fingirás ter carteirinha de estudante, não darás troco em "balinhas", não serás flanelinha, não fingirás trabalhar teclando no MSN...

IX - Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. O teu próximo é que dirá falso testemunho contra você, exatamente como você fez com seu antecessor.

X - Não cobice a mulher do teu próximo, pois ela pode ser a tua próxima mulher... aí você vai sentir na pele do que essa megera é capaz.

domingo, 15 de março de 2009

Democracia.


A Democracia é um sistema de governo onde quem manda na boiada é um jegue eleito pelos próprios bois e vacas.
Nessa porra, cada boi ou vaca vale a mesma coisa, independente de suas diferenças... é um princípio de igualdade. É algo tão burro como comprar um Nelore campeão e um zebu magrelo pelo mesmo preço.

Quem acredita que um jegue eleito pelas vacas pode comandar a boiada é um jumento.

Votar é coisa pra otário.
Sabendo que todos os jegues são filhos de uma égua, é um desperdício de energia quando o boi ou vaca tenta escolher um "menos pior".

Votar é coisa pra otário.
A boiada que se acha consciente, esquece que ao exercer seu "dever cívico" e escolher um jegue "menos pior", terá seu voto anulado (e superado) pelas incontáveis vacas que não vão fazê-lo. Vivas (irônicas) a essa porra de igualdade.
Ps: Antes que algum moralistazinho de merda venha dizer que cada um tem direito a ter sua própria opinião, lembro que alguns deviam enfiá-la no próprio rabo.

Votar é coisa pra otário.
Domingo é o dia de comer macarrão e ver futebol na tevê. Sair da casa pra votar é coisa de boi e vaca.

Como seria muito leviano não propor uma solução, lá vai:

Sabe as duas escopetas que você adquiriu após ler o (pouco inspirado, admito) post do dia 11 de março (logo abaixo)?
Pois bem, se você mandar pro abatedouro meia dúzia de bois e vacas que iriam votar naquele partidinho (e suas dissidências) que apóia os subornos mensais e todas as modalidades de bolsa-preguiça, você não precisa ser politizado. E também não precisa votar.

É o jeito mais óbvio de "anular" a democracia dos jumentos na boiada.

E existem poucas coisas mais divertidas que não ser politizado no meio deste curral.

quarta-feira, 11 de março de 2009

O velho oeste é a solução.


Ai, ai... Eu pago impostos. Sou burro.

A menor parte dos meus impostos serve supostamente para "diminuir a desigualdade social", com bolsas-penca-de-filhos, bolsas-preguiça, doações ao MST.
A maior parte, pro bolso de quem menos precisaria.

Se eu não pagar meus impostos eu estou fodido, pois meus queridos governantes, não tendo de onde tirar dinheiro para diminuir a desigualdade social e encher seus próprios bolsos, vão arranjar algum jeito de me foder.

Se nenhum de nós pagar nossos impostos, nossos governantes, que não podem foder todos nós, vão tentar utilizar-se de força para impedir a revolução social.
Sem impostos e portanto sem dinheiro, o pessoal do exército não vai sair de casa pra nos encher o saco.

Sem
bolsas-penca-de-filhos ou bolsas-preguiça, esse bando de vagabundos vai se dividir; uma parte vai fazer o que melhor sabe, outra parte vai definhar e morrer na puta que o pariu.

Em vez de pagar impostos, cada um de nós compra duas escopetas.

É mais justo. Quem pode se vira, quem não pode que se foda.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Doutor palhaço não sabe fazer continha...


Você aí, de avental branco, saca essa...


... você estudou durante 3 anos no pré-primário...
... 4 anos no primário...

... 4 anos no ensino médio...
... 3 anos no colegial...

... 1 ano no cursinho (chutando baixo)...
... 6 anos na faculdade (alguns 10)...

... 4 anos na residência...
... e vamos supor que você tenha decidido não continuar trabalhando de graça para o estado na faculdade em que você se formou, ok?

Pois bem, vou ensinar uma continha simples...

Total de 25 anos estudando... que investimento, hein?


Considere que vc estudou nos 11 primeiros anos apenas meio-período e 5 dias da semana... são 30 horas semanais.

No colegial e cursinho considere 45 horas semanais (alguns fizeram mais outros menos)...

Faculdade: primeiro a quarto anos 70 horas semanais, que tal?

Internato e residência: 90 horas semanais (E quem nunca fez mais que isso, com plantões noturnos e finais de semana, é porque se formou na Faculdade de Piraporinha da Curva do Rio Couro de Cobra)...

Pois bem, depois destas 69.160 horas você é o formando mais perdido do planeta, correndo o risco de ganhar menos que 35 reais por hora (que é o que alguns convênios de merda pagam...), fora tudo o que você gastou, seu parasita!

Agora, imagine que se você não fosse tão limitado (vulgo Burro) e tivesse passado todo esse tempo pedindo esmola no semáforo...


Cada semáforo fica 2 minutos fechado, como base.
Vamos imaginar que a cada 3 semáforos você consiga uma bosta de moeda de 50 centavos...

São 5 reais por hora, que, imaginando que você ficasse no semáforo o mesmo tempo que ficou estudando, e corrigidos por uma taxa de juros de merda (10% ao ano) somariam, no final da oitava série:
158.997,41 reais.

No final do cursinho, o médico babaca teria
292.517,77 reais. (reajustando pela mesma taxa)

No começo do internato, o Patch Adams tem no banco um total de
521.188,08 malditos reais...

Ao final da residência, o pateta somaria
R$ 1.121.916,28... (um milhão, sacou?)

Sem mais nada, saiba que com rendimento de 0,8% ao mês, você poderia ter um salário de aproximadamente 8.975,33 reais SEM TER TRABALHADO OU ESTUDADO UM ÚNICO MALDITO DIA NA VIDA!


Isto sem contar algum bolsa-penca-de-filhos ou bolsa-preguiça que certamente você ganharia do estado.

Pois bem, Doutor Palhaço...
Corra atrás do seu milhão agora... BURRO!


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Carnavacas.


Foi-se finalmente o carnaval... com ele, vai-se o verão (na teoria isso só ocorre no equinócio) e, em algumas regiões do país, inicia-se o ano laboral. (em outras, trabalhar não é considerada uma atividade legítima)

Vão-se também, para nosso pesar, os momentos em que as mulheres desnudam-se sem pudor.

Sejamos sinceros... uma mulher pelada é sempre uma mulher pelada, e nós, homens, sempre vamos olhar pros peitões, pra bunda e tudo mais o que temos direito.

Pra elas, é lícito mostrar a "caixa de ferramentas" sem sentir vergonha no carnaval.
Na folia de Momo tudo é válido... é como se elas tivessem amnésia seletiva, da sexta até a quarta de cinzas, quando as campeãs da putaria viram as rainhas da bateria.

Deve ser muito triste reprimir a vontade de mostrar os peitões na televisão nos outros trezentos e sessenta dias do ano, como deve ser difícil manter sigilosa a vontade reprimida de mostrar-se como se é (por convicção ou por dinheiro, não interessam os motivos).

No final das contas, elas fingem que não são tão fáceis assim, e nós fingimos que acreditamos ... tudo para ver novos peitões na próxima temporada.

Infelizmente, o ar dos sambódromos, infestado com midazolam oligoneurodirecionado, se dispersa na quarta-feira, quando a falsa moral renova os ânimos pudicos nesta abençoada terra.

O que fazer? Aceitar a falsidade e esperar outro fevereiro.

No final das contas, podemos até jurar que acreditamos nesse papinho de "nu artístico", mas ninguém é tão pato assim...

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Tempo é dinheiro


Não com muita saudade, lembro-me do tempo em que me sentia obrigado a ficar em algo que não me agradava apenas por já ter pago.


Esta é autobiográfica e vem com um exemplo.

Fui convencido a visitar um famoso parque aquático na região; e, como todos os seres humanos que ainda trabalham (reconheço ser um dos poucos que não inventa doenças para faturar aposentadoria pelo INSS ou faz uma penca de filhos pra descolar um "bolsa-preguiça" qualquer), o único dia possível envolveria um final de semana ou feriado.

Pra encurtar os fatos, havia incontáveis Lulistas no local... era fila pra entrar no estacionamento, fila para retirar o ingresso (mesmo com fila específica para quem já tivesse pago pela Internet, algumas criaturas conseguem demorar mais de 20 minutos pra trocar uma maldita folha de papel por outra), fila para entrar, fila para tentar alugar um armário (não havendo armário suficiente para todos), fila para comer, fila para os malditos brinquedos, fila até pra poder pegar fila.

A coisa toda parece um zoológico, onde a maior diversão (talvez a única no maldito lugar que não precise pegar fila) é ficar vendo os Lulistas divertindo-se nas inúmeras filas... rindo, torrando ao sol, curtindo realmente aquele dia de filas.

Pensando friamente, vou criar um parque temático apenas com filas, sem os brinquedos... acho que esse tipinho de gente gosta mesmo é delas. Podem até acabar num precipício... e, por mais que assim os clientes não voltem, pela quantidade abundante destas criaturas, acho que meu negócio não vai à bancarrota.

A vantagem de ter virado um cara velho e cheio de manias é que não me obrigo mais a "aproveitar" o dinheiro que gastei para entrar na bosta do parque. Fiz uma enorme cagada me deslocando até lá e pagando por isso; mas não vou continuar insistindo no meu erro.
Ao invés disso, vou aproveitar melhor o meu tempo, e deixar os Lulistas aproveitando seu (e meu) dinheiro.

Saldo final do dia? Após menos de duas horas observando os Lulistas nas filas, o melhor é trocar de roupa no estacionamento (afinal, se não há espaço nos armários, onde ficou a roupa seca?), voltar pra Sampa e procurar um restaurante caro (sem Lulistas) e sem filas (sem Lulistas).

Meu tempo vale muito mais que meu dinheiro... vantagem discreta de ser um velho turrão no mundo moderno.

Deixo a Lulalândia para os Lulistas, felizes com suas intermináveis filas e "bolsas-preguiça".
Se o fato de rejeitar voluntariamente estas agruras pode me transformar num elitista... me põe na fila!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Vegetari-ânus!


Começo com uma definição de vegetarianismo, pelos próprios:


"Vegetarianismo é o regime alimentar no qual nada que implique em sacrifício de animais possam servir à alimentação. Assim, os vegetarianos não comem carne e seus derivados, mas podem incluir em seu regime, leite, laticínios e ovos."


Pois bem... certamente ninguém leu a definição de "Onívoros" em algum maldito dicionário, então, também transcrevo:


"Os onívoros são os animais que se alimentam tanto de produtos de origem animal como vegetal.

Normalmente são predadores, mas têm o aparelho digestivo adaptado a metabolizar diferentes tipos de alimentos. Por exemplo, os mamíferos onívoros têm dentes caninos menos desenvolvidos que os carnívoros e os incisivos e molares menos complexos que os herbívoros."

Pois é... milhões de anos de evolução para que a natureza (chame de "mãe natureza" se você quiser pagar uma de amante dos animaizinhos e das plantinhas) crie no tal "ser humano" presas (vulgo "dentes") e um sistema digestivo bem adaptados a uma dieta balanceada pra você, vegetariano, decidir por sua própria conta que ela está errada.
Portanto, ser um "amiguinho dos bichinhos", em última instância, é agir absolutamente contra as vontades da natureza, quer um vegetariano goste ou não.

Outra coisa: os onívoros são predadores, e os seres humanos são onívoros.

Você, vegetariano, que não é um predador, não se sentiria melhor sendo enquadrado em outra espécie? Pense, por favor, num outro bicho parecido com um ser humano mas que tenha um monte de frescurinha pra comer... que tal um espantalho-comedor-de-folhas? (como isso ficaria em latim? Espantalhus folius comedorius sapiens...)

Ou então, não acha que ficaria melhor enquadrado no reino vegetal? Vamos (nós, onívoros) plantá-lo num vaso e regar uma vez por dia!

Você, vegetariano, se não quer ser um predador, automaticamente vai virar uma presa! (afinal, a natureza, que transformou o ser humano em predador, não está nem um pouco preocupada se você vai ser fresquinho na hora de comer)

Alguns animais são presas... são alimentos. Estão na parte de baixo da cadeia alimentar (lembra?)
Quando um gavião destroça um bambi e faz um banquete... isso não é cruel, é?
Você não viu o "Rei Leão"? Não aprendeu nada sobre o "Circle of life"? Fugiu da escola?


Se não existissem açougues, eu mesmo mataria um boi (ou uma galinha, do jeito que aprendi com a minha finada avó), só pra poder comer a sua carne. Sou onívoro, sou predador, um ser humano. (não que seja uma grande vantagem, mas tenho mais o que fazer do que ir contra a minha natureza)


Dúvidas? Pergunte ao Senhor Darwin.

Mais sobre os animais: matá-los pra mandar carne pro meu prato é crueldade, mas deixá-los numa gaiolinha minúscula a vida toda pra mandar ovos pro seu prato não é? Isso também não é uma forma de "sacrifício"? Ah, fala sério...


Outra coisa: quer ser diferentão? Que tal parar de comprar casacos de pele de raposa, coelho ou bolsas e sapatos de couro de boi ou jacaré?
Já se viu vegetarianos fazendo fila pra comprar um sapato de "couro" de palmeira real?
Os animais só sofrem nos pratos dos restaurantes; nas lojas do shopping tudo é bonitinho.

Santa hipocrisia, hein?


Por fim, gostaria de lembrá-los que, independente do que entrar; no fim, só vai sair merda.




segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Aspirações infantis e a dura realidade...


O desencontro entre o mundo que nos cerca e as aspirações nele projetadas desde a maturação do indivíduo são gritantes.

Em verdade, a maioria das pessoas imagina para si mesmas um futuro baseado em experiências enganosas de seus primórdios de vida; sendo a realidade obviamente diferente.

Resultado: decepção, depressão e, claro, reclamações sem fim de como a vida devia ser.


Direto ao ponto: a Barbie é uma filha-da-puta!




Tem a Barbie de conversível, a Barbie de casaco de pele, com cartão de crédito ilimitado, a Barbie no salão de cabeleireiro, a Barbie executiva e até a vadia da Barbie astronauta...

Que bobagem do caralho!

Tá na hora de ensinarmos pras meninas como é a vida.
Algumas sugestões:

- Barbie dona-de-casa: roupas de perua, cara de metida. Vem com lenço na cabeça, carrinho de supermercado vazio e caixinha de fluoxetina. Tem consulta agendada pra tratar fibromialgia.

- Barbie mulher de malandro: roupas de perua, cara de metida e não vem com celular pra ser sempre a última a saber. Opções de olho roxo à direita, esquerda ou bilateral, óculos escuros opcionais.

- Barbie Maria Chuteira: roupas de perua, cara de muito metida e vem com camisas de diversos times pra poder "virar a casaca". Opcional com cabelo igual ao do Ronaldinho (qualquer um dos dois ou meio-a-meio).

- Barbie Funkeira: roupas de perua, cara de metida, toca "bonde do Tigrão" quando vc aperta a buzanfa e dá uma reboladinha. Acompanha tubo de KY.

- Barbie prenha de pagodeiro: roupas de perua, cara de metida... o "pacotinho" já vem com o cabelo raspado curtinho e pintado de amarelo.

- Barbie atriz, modelo a apresentadora: roupas de perua, cara de metida... além disso, não serve pra nada.

- Barbie BBB: Troca de roupa quando você está olhando e tem duas caras (uma de metida, uma de boazinha), tenta um romance com qualquer boneco que encontrar (é a hora em que o Falcon se dá bem), já tem contrato com a Playboy e a caixa vem com um furinho pra você ficar espiando.


- Barbie amiga-gorda: Vem junto com uma barbie gatinha. Utiliza roupas ultrapassadas, óculos fundo-de-garrafa; vem com balança, prato de salada e esconderijo para doces no chapéu. Ao apertar o botão, começa a falar sobre o "estigma da beleza artificial através da massificação imposta pela mídia no mundo moderno"... ideal para crianças que não pretendem comprar um boneco do "Ken".

- Barbie astronauta do mundo real: macacão prateado de perua, cara de metida e vem com um botãozinho vermelho que você aperta pra colocá-la em órbita quando ela enche o saco.

- Barbie perfeita (recorde de vendas): sem roupa, cara de metida, gostosona; vira uma pizza depois que você para de brincar com ela. Opcional "afônica" custa o dobro do preço.

Pra terminar, o mais importante é mudar o bosta do "Ken" (nominho, hein?)... nada de corpão malhado e roupinha de surfista. O novo Ken (deveria chamar-se "Zé") usa terno surrado, sujo, desarrumado, cabelo mal cortado... vem com garrafas de cerveja de brinde e uma pancinha considerável... algo como Al Bundy ou qualquer um de nós.


Born to be wild


Blog serve para várias coisas...

Não consigo pensar em nenhuma que não inclua ser bastante incoveniente e encher o saco - e o eventual correspondente feminino de saco (no sentido figurado, obviamente), que ainda vou nominar - dos outros.

É com este intento que hoje, nasce "O Moustachista".

Filho bastardo e sem mãe do grande "Sob os Bigodes de Arnaldo" mas dedicado exlusivamente a temas menos lúdicos, menos elaborados, menos poéticos, menos bonitinhos... pois é, este pode ser um "Blog menos" se visualizado por esta ótica.

Todos os artigos "Moustachistas" incluídos nos "Bigodes" serão transportados a seu tempo, de acordo com meu estado de ânimo e paciência; e, embora eu tenha o saco mais complacente do universo, muitas pessoas espalhadas por esta vasta terra têm (ao menos este acento a merda da reforma ortográfica não me tirou) o infeliz hábito de tentar mantê-lo cheio, o que ocasinalmente consome meu tempo.

Se alguém, algum dia resolver ler esta porra... Bem-Vindo! (foda-se a reforma)

Aliás, regra geral: me obrigo a escrever uma vez por semana. Mais que isso é lucro.
Em tempo: tenho direito a um mês de férias, décimo-terceiro, FGTS e sete virgens nuas me esperando no paraíso...